Um espaço de escuta qualificada, cuidado e transformação, dedicado à promoção da saúde emocional, à restauração do equilíbrio psíquico e ao desenvolvimento integral.
O atendimento psicanalítico constitui um espaço clínico de escuta sensível e aprofundada, voltado à compreensão
A psicoterapia é um processo de cuidado em saúde mental que oferece um espaço seguro,
É um processo clínico especializado que investiga o funcionamento cognitivo, emocional e comportamental de uma
É um processo clínico que tem como objetivo compreender de forma aprofundada o funcionamento emocional,
A estimulação cognitiva consiste em um conjunto de atividades e intervenções estruturadas com o objetivo
Primeira entrevista com o objetivo de compreender a demanda do paciente e levantar dados relevantes sobre sua história clínica, comportamental e contexto familiar.
Utilização de instrumentos neuropsicológicos padronizados para avaliar o desempenho em diferentes funções cognitivas como memória, atenção e linguagem.
Entrevistas com familiares, pessoas próximas e profissionais (professores, médicos, psicólogos.) que acompanham o paciente, a fim de entender o seu comportamento em diferentes contextos.
Entrega do laudo e explicação dos principais resultados do processo avaliativo, bem como orientações, encaminhamentos e recomendações.
Somos um espaço clínico dedicado ao cuidado com a saúde mental e ao desenvolvimento cognitivo. Oferecemos serviços especializados em psicoterapia, avaliação psicológica (psicodiagnóstico), avaliação neuropsicológica e estimulação cognitiva, comprometidos com uma prática ética, responsável e baseada em conhecimentos científicos.
Nosso trabalho é direcionado a crianças, adolescentes, adultos e idosos, com uma abordagem acolhedora e centrada nas necessidades individuais.
Luzia Claudia Hofman Bazet, psicanalista, psicóloga (CRP 05/85259) e professora da rede Estadual do Rio de Janeiro desde 2008. Possui especialização lato sensu em Neurociências, Educação e Desenvolvimento Humano pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e cursos de extensão em ludoterapia, reabilitação neuropsicológica e psicopatologia.
Ruth da Rocha Pereira de Melo – Psicóloga (CRP 05/85299), graduada em Administração de Empresas, com MBA em Gestão de Pessoas. Possui curso de extensão em Neurobiologia dos Transtornos Mentais. Atua também como gerente de Recursos Humanos em organização do terceiro setor.
A avaliação psicológica (psicodiagnóstico) é voltada principalmente para a compreensão de aspectos emocionais, comportamentais e de personalidade. Ela é frequentemente utilizada na investigação de transtornos psicológicos, dificuldades emocionais e questões relacionadas ao funcionamento ao funcionamento psíquico. Já a avaliação neuropsicológica tem como foco investigar o funcionamento cognitivo e sua relação com o comportamento e com o funcionamento cerebral. Nesse processo, são analisadas funções como atenção, memória, linguagem, raciocínio, funções executivas e aprendizagem. É indicada em casos de dificuldades cognitivas, suspeita de transtornos do neurodesenvolvimento, alterações neurológicas ou dificuldades de aprendizagem.
Ambos os processos utilizam métodos científicos e instrumentos padronizados, contribuindo para uma compreensão mais ampla das necessidades de cada pessoa e auxiliando na definição das estratégias de acompanhamento mais adequadas.
A duração do processo pode variar de acordo com as características e necessidades de cada caso. Em geral, a avaliação ocorre ao longo de 6 a 12 sessões, distribuídas entre entrevistas, aplicação de instrumentos psicológicos ou neuropsicológicos e a devolutiva dos resultados.
De modo geral, não. A avaliação neuropsicológica é conduzida em um ambiente acolhedor e respeitoso, por meio de conversas, atividades e testes cognitivos adequados à idade e às características de cada paciente.
Em alguns momentos, determinadas tarefas podem ser desafiadoras ou levar à reflexão sobre possíveis dificuldades. No entanto, todo o processo é realizado com cuidado e sensibilidade, respeitando o ritmo de cada pessoa e priorizando sempre o seu bem-estar emocional durante todas as etapas da avaliação.
Não. Embora os testes psicológicos sejam instrumentos importantes, a avaliação envolve diferentes procedimentos que permitem compreender o funcionamento da pessoa de forma mais ampla.
o processo inclui entrevistas clínicas, observação do comportamento, uso de escalas e questionários, além da análise de como o paciente realiza atividades do cotidiano e se expressa em diferentes situações. A integração dessas informações possibilita compreender o funcionamento global do paciente.